Criança de 05 anos é molestada por vigia de escola municipal em Ouro Preto do Oeste.
A Polícia Civil de Ouro Preto do Oeste, através do delegado Cristiano Lopes Ferreira, está investigando um caso de abuso sexual contra uma menina de 05 anos de idade ocorrido dentro de uma creche municipal. Segundo o delegado todas as partes serão ouvidas para apurar as veracidades das informações contidas na ocorrência policial registrada na DP local pela mãe da menina que para preservar a sua filha preferiu não ter sua identidade revelada.
De acordo com a mãe da menina que é professora da rede municipal de ensino de Ouro Preto do Oeste, a mesma deixou seus dois filhos menores de idade na sala de vídeo da creche municipal assistindo um filme infantil enquanto fazia um trabalho escolar em outra sala. Conta a mãe que no dado momento ouviu sua filha gritar para que alguém não tocasse em sua parte intima, preocupada com tal situação a mãe se dirigiu até a sala e lá encontrou o vigia da creche que ficou desconfiado e não soube responder o porque estava dentro da sala trancado com as duas crianças.
A menina contou para a mãe que o vigia entrou na sala e logo começou a tocar em sua parte intima o que fez a menina a começar a gritar pedindo por socorro enquanto o seu irmão começava a chorar. “No momento em que fiquei sabendo passou muitas coisas em minha cabeça, mas calma resolvi procurar a polícia para denunciar este caso”, disse à professora que afirmou todas as providencias administrativas estão sendo tomadas contra o vigia.
A reportagem procurou o secretario municipal de Educação professor Paulo Bicalho, mas foi informado que o mesmo estava em reunião e não poderia atender a imprensa. O delegado Cristiano Lopes disse que independente das medidas que terão que ser adotadas pela prefeitura em relação ao caso o trabalho da Polícia Civil é investigar o fato. “Caso fique comprovado que o vigia tentou abusar sexualmente contra esta indefesa criança vamos adotar todas as medidas legais para que ele (vigia) seja punido com rigor dentro da Lei. Porque não podemos admitir que uma pessoa dessa trabalhe em uma escola onde temos crianças indefesas”, disse o delegado.
Fonte: O Observador
























