Brasil Contra a Pedofilia

Em defesa da infância e adolescência

Archive for the ‘Biblioteca Virtual’


Conheça a primeira agência oficial de adoção do Brasil e as burocracias para a adoção

Em 1º de outubro de 1978, o processo de seleção dos candidatos a pais adotivos era rigoroso.
O “Fantástico” visitou a primeira agência oficial de adoção do país, a da Funabem, no Rio de Janeiro. Em um ano, 522 pessoas se inscreveram como candidatos para ser pais adotivos. Apenas três foram aprovadas. Juízes defendem o rigor no processo de seleção dos pais adotivos, mas muitas crianças acabam ficando sem família.
Assista ao vídeo da reportagem:

Fonte: Fantástico

“Horror, honra e direitos. Violência sexual contra crianças e adolescentes no século XX”

Nesta tese, cuja autora é Tatiana Savoia Landini, podemos ver as principais transformações ocorridas na percepção e sensibilidade sociais a respeito da violência sexual contra crianças e adolescentes ao longo do século XX no Brasil.

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Um retrato das unidades de internação de adolescente em conflito com a lei

Esse relatório, resultado de uma parceria entre o Conselho Federal de Psicologia e Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, apresenta um parecer sobre as condições das unidades de internação em 22 Estados e no Distrito Federal.

Para a elaboração do relatório, foram feitas visitas simultâneas às unidades de privação de liberdade de adolescentes de todo o país, com o objetivo de avaliar os níveis de efetivação dos direitos deferidos aos jovens nesta condição, denunciar as violações, suscitar o debate e propor ações.

Leia o relatório na íntegra.

Fonte: Portal PróMenino

Edição para adultos rediscute pedofilia

Há algo de muito misterioso e talvez perverso na história real do escritor inglês Lewis Carroll (1832-1898), autor de um dos livros infantis mais lidos no mundo, Alice no país das maravilhas (1865). Atrás do espelho de suas aventuras fantasiosas, narradas ao gosto do mais carrolliano nonsense, estão os bastidores de uma história mal-contada, que já rendeu um sem número de interpretações e permanece cheia de lacunas. Afinal, que estranha relação era aquela entre um homem 20 anos mais velho e Alice Liddell, a garotinha de sete anos, que virou musa inspiradora do livro, ”melhor amiga” e modelo de uma série de fotos que mais parecem obra de um incorrigível pedófilo? Será que alguma vez o reverendo Charles Lutwidge Dogson, nome verdadeiro de Carroll, chegou a tocar de forma impudica no pequeno objeto de sua veneração?

São dúvidas permanecem no ar há mais de um século. Mas publicações recentes lançam novas luzes - e acendem outras questões - sobre a polêmica. A edição comentada de Alice, com introdução e notas de Martin Gardner, um dos maiores especialistas em Carroll e sua obra do mundo, é uma delas. Gardner fez um texto paralelo às histórias da menina Alice, com notas tão elaboradas que são quase ensaios, revelando novidades fascinantes sobre seu autor e suas personagens.

Mesmo porque muito do repertório do autor foi escrito para leitores britânicos do século passado, e algumas piadas só poderiam ser entendidas por aqueles que moravam em Oxford, adverte Gardner. Ele também não se furta de questionar se as crianças contemporâneas, mais acostumadas ao ritmo das aventuras de Harry Potter, ainda se interessam pela obra de Carroll. A resposta é não. ”As crianças de hoje sentem-se aturdidas e às vezes apavoradas pela atmosfera de pesadelo dos sonhos de Alice. É apenas porque adultos - cientistas e matemáticos em particular - continuam a apreciá-lo que os livros de Alice têm sua imortalidade assegurada”, afirma. Este livro é para eles.

”O fato é que o nonsense de Carroll está longe de ser tão aleatório e despropositado quanto parece”, anuncia Gardner. E, na qualidade de editor de problemas matemáticos da revista Scientific American, promete guiar o leitor nesta viagem fascinante através do espelho. De quebra, o livro traz ainda as belíssimas ilustrações que John Tenniel fez especialmente para a primeira edição de Alice.

Fotos - Lewis Carroll, que criou o pseudônimo a partir de seus primeiros nomes reais em latim - Carolus Lodovicus - anglicizando-os depois, é, sem dúvida, um personagem. Nascido em 1832, o escritor, matemático e bom fotógrafo (as fotos de suas ”amiguinhas” comprovam) viveu sempre à espreita das menininhas que encontrava em viagens de trem, nas praias ou em casas de amigos. Diverti-las era seu principal hobby. ”Gosto de crianças (exceto meninos)”, escreveu certa vez.

Carroll levava sempre na bagagem um saco preto com objetos e brinquedos para estimular o interesse delas. E assim uma longa procissão de meninas encantadoras passaram pela vida do escritor, embora nenhuma delas tenha despertado nele tanta adoração quanto Alice Liddell, com quem se encontrou num verão ensolarado em uma viagem de barco pelo Tâmisa e contou pela primeira vez a história do País das Maravilhas.

Lewis Carroll, pseudônimo do reverendo Charles Lutwidge Dogson, tirou fotos da verdadeira Alice vestida de mendiga, em poses hoje consideradas um tanto sedutoras

Mãe queimou cartas de Lewis Carroll

É praticamente impossível imaginar, como insistem alguns biógrafos, que ao se aproximar de suas amiguinhas - das quais se despedia nas cartas com ”10 milhões de beijos” e costumava pedir cachos de cabelos de presente para beijar - Carroll estivesse apenas movido por um amor puramente espiritual. As explicações são inúmeras, como se pode ver nas anotações de Gardner, que cita várias fontes de interpretação, como a da psicanalista Phyllis Greenacre, para quem talvez Carroll tivesse um Édipo não-resolvido, sendo possível que identificasse as menininhas com a mãe. Assim, Alice seria o símbolo materno de Carroll. Afinal, a diferença de idade entre o autor e sua musa era quase a mesma que o separava de sua mãe, diz a psicanalista, assegurando que essa ”inversão da fixação edipiana é bastante comum”.

Pode ser, tudo pode ser. Na verdade, as excentricidades de Lewis Carroll, solteirão convicto, reverendo que jamais conseguiu chegar a ser pastor devido à gagueira e a uma timidez incurável, são tantas que, assim como o nonsense de sua ficção, dificultam uma conclusão definitiva. Como explica Gardner na introdução da edição comentada, a dificuldade de analisar qualquer obra cheia de fantasia é a profusão dos símbolos convidativos a inúmeras interpretações. ”Como Homero, a Bíblia e todas as outras grandes obras de fantasias, os livros de Alice prestam-se facilmente a qualquer tipo de interpretação simbólica - política, metafísica ou freudiana”, declara. Shane Leslie, por exemplo, em Lewis Carroll and the Oxford movement, encontra em Alice uma história secreta das controvérsias religiosas da Inglaterra vitoriana. O pote de geléia, diz o comentador de Alice, seria o símbolo do protestantismo. Uma referência a Guilherme de Orange - captou? E por aí seguem-se dezenas de outras interpretações tão bizarras quanto a própria obra.

Nenhuma especulação, no entanto, desperta tanta curiosidade quanto as que se referem à vida do autor e à sua relação com a ninfeta Alice. Na leitura que faz da questão, Gardner esquiva-se de apostar na tese de pedofilia, deixando a questão em aberto. ”Estava Carroll apaixonado pela Alice real? Sabemos que a sra. Liddell percebeu algo de insólito nas atitudes dele em relação à filha, tomou medidas para desencorajar-lhe as atenções e finalmente queimou todas as primeiras cartas para Alice”. Mais à frente, ele completa: ”As menininhas de Lewis Carroll talvez o atraíssem precisamente porque com elas se sentia sexualmente seguro. Havia na Inglaterra vitoriana uma tendência, que se reflete em grande parte na literatura e na arte, a idealizar a beleza e a pureza virginal das meninas. Isso sem dúvida tornou mais fácil para Carroll dar por certo que seu gosto por elas se situava num elevado plano espiritual.”

Uma das melhores páginas sobre esse conflito não está, no entanto, nesta edição comentada, mas sim na interpretação de Katie Roiphe, autora de Still she haunts me (Ela ainda me assombra), livro que romaceia a relação entre Carroll e Alice. Para Roiphe, ensaísta renomada que deu com essa história seu primeiro passo na ficção, há uma certa nobreza no autocontrole de um homem que lutou a mais árdua de todas as batalhas do mundo: seu próprio desejo. Ela diz: ”É impossível para nós contemplar um homem que se apaixonado por garotinhas sem querer colocá-lo na prisão. As sutilezas, para quem vive as paranóias do século 20, são difíceis de serem compreendidas. O amor de Carroll não era nabokoviano; era delicado, torturado e esquivo. Era uma paixão muito estranha e complicada para ser definida em uma única palavra”, escreve. Ao fim de um artigo escrito recentemente para o jornal The Guardian a respeito de Carroll, ela conclui: ”Ele tinha pensamentos, impuros, sim. O que importa, no fim, é o que ele fez deles.”

Apesar das fotografias com forte apelo erótico e das cartas melosas que escreveu para meninas como Alice (publicadas no Brasil com o título Cartas às suas amiguinhas), a veredicto final sobre o que Carroll teria feito de seu desejo ainda é um mistério. Uma coisa é certa: em meio a toda essa paranóia sobre a pedofilia, especialmente na internet, se toda essa história acontecesse hoje, é provável que um dos autores mais célebres da literatura infantil estivesse em desgraça ou mesmo preso. A malícia dos olhos do século 21 talvez não apenas tenha desfeito o fascínio pelas aventuras de uma menina perdida no país do absurdo como também tenha rompido definitivamente o véu que separa a fantasia da perversidade. Um caminho sem volta.

Fonte: Jornal do Brasil

Roda dos Expostos: Primeira instituição de abrigamento no Brasil

A roda dos expostos surgiu no século XII, na Itália, com a aparição das confrarias de caridade em um espírito de socorro mútuo.
Este nome foi inspirado em um dispositivo onde se colocavam os bebês para o abandono.
Sua forma cilíndrica, dividida ao meio por uma divisória, era fixada no muro ou na janela da instituição. No tabuleiro inferior e em sua abertura externa, o expositor depositava a criancinha que enjeitava.A seguir, ele girava a roda e a criança já estava do outro lado do muro. Puxava-se uma cordinha com uma sineta, para avisar à vigilante ou a rodeira que um bebê acabava de ser abandonado e o expositor furtivamente retirava-se do local sem ser identificado.

No Brasil, a roda dos expostos surgiu no século XVIII. As autoridades estavam preocupadas com o crescente número de crianças abandonadas pelos pais, nas ruas, onde eram comidas por cães ou morriam de fome, frio ou sede. Assim, enviaram ao rei uma petição solicitando a abertura da roda no Brasil.

Compadecido, o rei permitiu a instalação da roda sob a administração da Santa Casa de Misericórdia. A primeira foi implantada em 1726, em Salvador e a segunda no Rio de Janeiro, em 1738, ao término deste ano, esta roda recebera 8713 crianças em situação de rua. A última roda do período colonial foi instalada em Recife, em 1789.

Roda dos expostos Santa Casa de Misericórdia

Roda dos expostos, da Santa Casa de Misericórdia, onde as crianças eram deixadas

Com a Independência do Brasil a assistência aos expostos, apesar da resistência, passou a ser de competência das Câmaras Municipais.

Em 1828, com a Lei dos Municípios, a assistência às crianças abandonadas passaria a ser subsidiada pela Assembléia Legislativa permanecendo as instalações nas Santas Casas de Misericórdia, ou seja, oficialmente esse serviço passa a ser de responsabilidade do Estado, associado à iniciativa privada, retirando o caráter caritativo, assumindo um caráter utilitarista e filantrópico. Com isso, fundaram-se treze novas rodas no Rio Grande do Sul, Bahia, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, etc., todavia, em condições precárias.

As rodas eram mantidas com as esmolas oferecidas pelos proprietários da terra, considerando que o subsídio liberado pelas assembléias não supria as necessidades básicas das crianças.

Esta condição permaneceu até o século XIX com as novas maneiras de exercer a filantropia. Com o apoio do Estado os bispos trouxeram da França freiras (”irmãs de caridade”) para trabalharem nas rodas.

Com a chegada da medicina higienista, em meados do séxulo XIX, inicia-se um movimento para extinguir as rodas dos expostos. Baseados nas teorias evolucionistas e liberais, médicos começaram a pensar novas formas de tratamento para as crianças enjeitadas, atemorizados com o alto índice de mortalidade nestes locais. Com isso, a partir de 1860, fundaram-se inúmeras instituições de abrigamento para crianças e adolescentes em situação de abandono.

O movimento foi reforçado pelo judiciário, começaram a pensar novas leis de proteção à criança e ao adolescente. Todavia, a preocupação maior estava voltada não para a qualidade de vida e sim para a paz social: apontavam a questão de se estar indo às ruas cometendo delitos contra a sociedade.

No Rio de Janeiro, em 1887, já existia um número significativo de abrigos com caráter público e privado  destinados ao atendimento à infância e à juventude.

No início do século passado, mais precisamente, a partir da década de 30, dentro de uma política econômica, a filantropia passa a organizar a assistência conforme a demanda. Entre 1938 e 1950 foram extintas as rodas dos expostos no país.

Características da roda dos expostos

A roda (abrigos) mantinha livros de registros de cada criança assistida, registrando os momentos de sua vida, tidos como importantes, e a morte.

Atendia crianças em situação de rua (abandonadas) e aquelas em condição de risco pessoal e social, em especial, as que sofriam maus-tratos por parte dos seus familiares.
Funcionava, também, para reduzir o tamanho das famílias.

Roda dos enjeitados ou roda dos expostos (Mosteiro de Santa Eufémia de Ferreira Alves - Portugal)

Ao ingressar na roda, a criança era batizada, elaborava-se um inventário relatando os pertences que trazia consigo, mesmo farrapos e eventuais bilhetes.

Os “profissionais” do local buscavam, para cada abrigado, uma família que pudesse estar se responsabilizando, totalmente, pela sua formação, recebendo uma dada quantia para tal.

Na prática, estas crianças e adolescentes eram escravizados pelas famílias. Eram comum os casos em que essas entregavam seus filhos nas rodas, depois indo buscá-los, porém, sob o título de “família substituta”, sendo remunerada para educá-los, ou seja, tornavam-se fontes de renda. Não obstante, as crianças morriam e a família não comunicava à Santa Casa de Misericórdia com a intenção de continuar recebendo o benefício.

Fonte: Violência Sexual na Criança e no Adolescente (Elena de Fátima)

Programa Visão Social

Nós fomos notícia neste programa. Confira a entrevista da nossa Editora Tandai Ayan e saiba como funciona o site Brasil Contra a Pedofilia.

O programa foi levado ao ar pela rádio universitária UFRGS

O ECA em quadrinhos.

O gibi Descolado- O ECA em Quadrinhos traz, em linguagem direcionada a crianças e adolescentes, a história de um menino que vive situações em que seus direitos são, ora violados, ora garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA. Com a revista, busca-se estimular a discussão sobre direitos e deveres entre o público-alvo.

Baixe as versões em PDF do gibi Descolado - O ECA em Quadrinhos. Clique nos links abaixo para ler os textos:

- Gibi Descolado Nº 1 - Proteção integral

- Gibi Descolado Nº 2 - Educação

- Gibi Descolado Nº 3 - Situação de risco

- Gibi Descolado Nº 4 - Abuso e Exploração Sexual

Criança Segura: Material educativo

Prevenção de Atropelamento
Dicas de Prevenção de Atropelamentos
Folheto com 10 dicas de prevenção de atropelamentos. Tamanho: 12cm x 24cm
Formato: PDF 3.4 Mb
Dicas de Prevenção de Atropelamentos
Cartazete com dicas de prevenção de atropelamentos. Tamanho: A3
Formato: PDF 2.8 Mb
Gibi educativo com Dicas de Prevenção de Atropelamentos
Formato: PDF 2.8 Mb
Guia para educadores do Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre
Tamanho fechado: 15cm x 21cm
Formato: PDF 27.1 Mb
Tema: Segurança no Carro
Transporte seguro de crianças no carro.
Folheto sobre como transportar crianças no carro. Tamanho: 36cm x 24cm
Formato: PDF 5.2 Mb
Transporte seguro de crianças no carro.
Poster sobre como transportar crianças no carro. Tamanho: 60cm x 80cm
Formato: PDF 7 Mb
Dicas de Prevenção
Dicas de Prevenção de Acidentes
Folheto com dicas de prevenção de acidentes. Tamanho: 36cm x 24cm
Formato: PDF 5.2 Mb
Dicas de Prevenção de Acidentes
Poster com dicas de prevenção de acidentes. Tamanho: 50cm x 70cm
Formato: PDF 5.2 Mb
Prevenção de queimaduras
Prevenção de queimaduras.
Folheto sobre como prevenir as queimaduras. Tamanho: 12cm x 24cm
Formato: PDF 3.0 Mb
Prevenção de queimaduras.
Cartazete sobre como prevenir as queimaduras. Tamanho: A3
Formato: PDF 2.8 Mb
Prevenção de quedas
Prevenção de quedas.
Folheto sobre como prevenir as quedas.
Tamanho: 12cm x 24cm
Formato: PDF 3.0 Mb
Prevenção de Afogamento
Prevenção de afogamentos.
Folheto sobre como prevenir os afogamentos. Tamanho: 12cm x 24cm
Formato: PDF 3.0 Mb
Prevenção de afogamentos.
Cartazete sobre prevenir os afogamentos. Tamanho: A3
Formato: PDF 2.8 Mb
Preveção de queimaduras com álcool líquido
Prevenção de queimaduras com álcool.
Folheto sobre como prevenir as queimaduras com álcool.
Tamanho: 12cm x 24cm
Formato: PDF 600 Kb
Material para uso em sala de aula
Livro para Educação Infantil
Tamanho fechado: 20cm x 26cm
Formato: PDF 5.8 Mb
Livro para Faixa 1 e 2
Tamanho fechado: 20cm x 26cm
Formato: PDF 4.1 Mb
Livro para Faixa 3 e 4
Tamanho fechado: 20cm x 26cm
Formato: PDF 2.8 Mb
Livro para o professor
Tamanho fechado: 20cm x 26cm
Formato: PDF 3.7 Mb
Publicação Educando para a Prevenção
Tamanho fechado: 21cm x 29cm
Formato: PDF 7.6 Mb
Publicação Educando para a Prevenção 2006
Tamanho fechado: 21cm x 29cm
Formato: PDF 9.3 Mb
Cartilha - Não use álcool líquido
Cartilha - Segurança é coisa séria
Formato: PDF 98 Kb
Publicação Essa turma ninguém passa para trás
Publicação - Essa turma ninguém passa para trás
Formato: PDF 5.9 Mb
Acidentes com Crianças: 06 passos para a Construção de sua Notícia
Guia para a mídia - Acidentes com Crianças
Formato: PDF 19.0 Mb

Dengue

Prevenção de dengue
Apostilas Ilustradas
Nota técnica
Agentes Mirins
Frases sobre a Dengue
Aula Básica
Banco de imagens
Caderno de Atividades
Cartazes
Cartilha da Dengue
Guia básico sobre a Dengue
Tira Dúvidas
Video Proposta

Publicações do CEDECA (BA)

Guia Prático Para Atuação da Polícia Militar
Este guia informa e orienta os Policiais Militares como devem proceder em ocorrências envolvendo criança ou adolescente, observando o que estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente-ECA.

Livro disponível para download. Clique aqui

Pornografia Infanto-Juvenil na Internet, Uma Violação aos Direitos Humanos
Este livro é a síntese da I Conferência Internacional sobre Pornografia Infanto-Juvenil na Internet realizada em Salvador- Ba, em dezembro de 2002. Organizado pelo CEDECA-Ba, o evento reuniu especialistas de todo o mundo para discutir a distribuição de material pornográfico na internet e alternativas para o controle e responsabilização desta prática, dentre outras.

Livro disponível para download. Clique aqui

Construindo uma História - Tecnologia Social de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes.
Esta publicação, de 2003, lançada pelo CEDECA-Ba, em parceria com a USAID, sistematiza a prática da instituição baiana no enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes.

Livro disponível para download. Clique abaixo:
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Sociedade, Ética e Justiça - Uma Nova Concepção de Responsabilizar
Escrito em 2004, o livro traz importantes reflexões sobre temas como ética e liberdade sexual, mitos e preconceitos sobre a exploração sexual de crianças e adolescentes, a moral do explorador/abusador e a democratização da Justiça, dentre outros.

Livro disponível para download. Clique aqui

Flô em: Nem por brincadeira
A cartilha conta a história de Flô, uma menina que sofreu abuso sexual, denunciou o autor e conseguiu se recuperar do trauma. A revista foi elaborada coletivamente por adolescentes, profissionais que enfrentam esta prática criminosa e professores.

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